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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Mediunidade, um fardo ou uma dádiva?

A mediunidade é um fardo ou uma dádiva para o médium?
Esse é um questionamento que concerteza assola a mente dos medianeiros, pois lidar com situações onde estamos entrando em contato direto com a energia e sensações de nosso companheiros que já não estão mais nesse envoltório dereterio é extremamente difícil.
Saber separar o que é nosso e o que é do outro é uma tarefa que requer tempo, paciencia e muita determinação, talvez por isso nós (médiuns) temos uma característica de tentar fugir desse contato, sem contar que sempre estamos nos julgando inaptos para o trabalho do Cristo.
Mas afinal de contas de quem é a responsabilidade de julgar-nos aptos ou não para exercer esse trabalho? Será que não fomos nós que nos incumbimos de aceitar essa tarefa? Ou será que essa foi uma oportunidade que nos foi dada para que tivéssemos uma oportunidade de reescrever a nossa trajetória? Será que essa tarefa que buscamos desenvolver é somente fonte de desgaste, dor e angustia? Se tudo é assim, onde estaria a misericórdia divina nas nossas vidas?
O fato é que seremos e termos os reflexos daquilo que imaginarmos para a nossa vida.
Devemos começar a assumir o papel principal de nossa vida e atribuirmos a nós mesmos as consequências dos erros e acertos da mesma, só assim teremos como perceber se o que fazemos será para nós um fardo ou uma dádiva. Tudo vai depender da intensidade e da importância que daremos as situações de nossa vida.
Não nós esqueçamos, que não é por não lembramos de nossos compromissos assumidos durante o planejamento para voltarmos a esse envoltório que estamos isentos de nossas responsabilidade, assim como temos espíritos amigos que estão dispostos a nos ajudar através de nossos canais médiunicos, concerteza ainda temos muitos que não querem o nosso progresso e que são capazes de utilizar os mesmos recursos.
Por fim, não darei uma resposta pronta para esses questionamentos, pois muitos deles ainda me assola a mente e não cabe a mim tentar fazer com que os outros se transformem e dêem um exemplo que eu ainda cambaleio em assumir.
Mas uma coisa é certa.
O fardo ou a dádiva, somos nós que construimos.
até mais!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

JUÍZO FINAL

“Sentado o Padre Eterno em trono refulgente,
Olhar severo envia a toda aquela gente!

Enquanto anjos cantam, outros vão levando,
Ante a figura austera desse Venerando,
As almas que da tumba emigram assustadas
Vendo o tribunal solene, majestoso,
Em que vão ser julgadas.

Dois grupos são formados,
Um de cada lado:
O da direita, céu; o da esquerda, averno.

E Satanás ao canto, o chifre fumegante,
Espera impaciente, impávido, arrogante,
A ‘turma’ para o inferno.

Aconchegando o filho, a alma bem amada,
E que na Terra fora algo desassisada,
Uma mulher se chega e a sua prece faz,
Rogando ao Padre Eterno poupe do inferno
O pobre do rapaz.

Cofia o Padre Eterno a longa barba branca
E, o óculo ajustado à ponta do nariz,
O olhar dirige, então, à pobre desgraçada
E compassado diz:

‘Os anjos vão levar-te agora ao paraíso
E dar-te a recompensa: o teu descanso eterno!
Ali desfrutarás felicidades mil,
Porém teu filho mau irá para o inferno.’


Um anjo toma o moço e o leva a Satanás;
Porém, a pobre mãe, ao ver partir o filho,
Aflita, corre atrás!

E, ao incorporar-se às hostes infernais,
Eis grita o Padre Eterno, em tom assustados:
‘Mulher! Para aonde vais?!!!’

E o que passou-se, então,
Ninguém esquece mais:

‘— Eu vou para o inferno, ao lado do meu filho,
A repartir comigo a sua desventura!
As lágrimas de mãe, as gotas do meu pranto,
Acalmarão no averno a sua queimadura.

Eu deixo para ti esse teu paraíso.
Essa mansão celeste onde o amor é surdo!
Onde se goza a vida a contemplar tormento,
Onde a palavra amor represa um absurdo!

Entrega esse teu céu às mães malvadas, vis,
Que os filhos já mataram para os não criar,
Pois só essas megeras poderão , no céu,
Ouvir gritar seus filhos sem se consternar!

Desprezo esse teu céu! O meu amor é grande!
Imenso! Assaz sublime! E posso te afirmar
Que se não te comove o pranto lá do inferno,
E os que no averno estão são todos filhos teus,
O meu amor excede ao próprio amor de Deus!’

E ante o estupefacto olhar do Padre Eterno,
A mãe beijou o filho
... E foi para o inferno!”

Extraído do Livro Que é Deus? de Eliseu F. da Mota Júnior

Os Dez Mandamentos do Otimismo


Hoje é o dia mais importante de tua vida. Não o sobrecarregues com lembranças dolorosas do ontem, nem com temores covardes do amanhã. Vive o com entusiasmo e intensidade.
Constrói tu mesmo tua vida. Não permitas que opiniões e erros alheios te conduzam ao fracasso.
Irradia amor, cordialidade e simpatia. Nada guardes de teus tesouros espirituais, pois, quanto mais deres, mais enriquecerás.
Nada esperes receber dos outros. Tua grande fonte de energia está em ti mesmo - se souberes utilizá-la verás quanto já es rico e forte.
Se pontual, honesto e exigente contigo mesmo. Quem não se disciplina, desperdiça tesouros de energia física e mental, acabando por destruir-se.
Cuida de teu corpo e de tua mente, conservando ambos sadios. Como os males de um se refletirão no outro, os dois merecem, por igual, teu cuidado.
Tem paciência. Jamais duvides da continuidade da vida e de que a vitória pertence aos que sabem esperar o momento certo de agir.
Foge da extravagância e do desperdício. Os dois são próprios dos desequilibrados - e o equilíbrio na vida é um bem inestimável.
Faze diariamente uma avaliação de tua vida. Vê a que deves dar importância, e de que fardos inúteis do preconceito e do sentimentalismo deves livrar-te, para que não te embaracem em tua caminhada para um futuro pleno de realizações.
Tomada uma decisão consciente e livre, jamais te afastes dela. Saber querer é a base para vencer.
"autor desconhecido"

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

NOVA PREOCUPAÇÃO AVISTA


Vírus desconhecido mata quatro na África e preocupa autoridades
Os sintomas são colapsos respiratório e circulatório e febres hemorrágicas.Zâmbia, fonte da infecção, decidiu fechar fronteiras com Congo.
Donald G. McNeil Jr. Do 'New York Times'



Um novo vírus, que causa febres hemorrágicas fatais, foi descoberto em Zâmbia, no sul do continente africano. Matou quatro pessoas na África do Sul e infectou uma quinta. Apesar do risco, as autoridades de saúde acreditam que o surto foi contido. A confirmação de que se trata de um novo vírus foi feita pelo National Institute for Communicable Diseases, na África do Sul, e pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças, em Atlanta, nos Estados Unidos. Segundo o serviço de notícias governamental de Zâmbia, a primeira resposta do país em relação ao surto foi fechar suas fronteiras com o Congo, onde a febre Ebola, que não tem relação com a doença, se originou. As autoridades afirmaram desconhecer outros novos casos. Mesmo assim, esperarão 21 dias a partir da última infecção para declarar o fim do surto.
O trabalho de investigação sobre a doença foi difícil, segundo a imprensa sul-africana. Como a primeira vítima tinha medo de agulha, foi coletado pouco sangue dela em Zâmbia. Além disso, o corpo dela foi cremado antes do alerta ser disparado. Amostras de tecidos das últimas vítimas tiveram que ser coletadas cuidadosamente em um laboratório de alta segurança que estava sendo renovado e teve que ser reaberto. Geralmente, os novos vírus são encontrados em animais. Como, por exemplo, um identificado em cordeiros suíços, no mês passado. É relativamente rara a descoberta de um vírus fatal para os humanos, como o coronavírus Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS, sigla em inglês), em 2002, ou o hantavírus, em 1993.A doença progride de sintomas de gripe para diarréia e uma alergia parecida com sarampos. Depois causa colapso respiratório e circulatório. Os arenavírus são chamados assim devido aos seus grânulos redondos, parecidos com areia. “Arena” quer dizer "areia", em latim. Os cientistas debatem um nome para esse novo vírus. As autoridades de Zâmbia querem escolher um que não assuste os turistas.

As pessoas infectadas

Não se sabe ao certo como a primeira vítima foi infectada, mas os arenavírus são comuns em roedores. A urina seca desses animais, inalada enquanto humanos varrem o chão, pode transmitir a infecção. Ele faz parte da família de vírus que inclui as causas da febre de Lassa, na África, e vários tipos de febre, na América do Sul.
A primeira vítima foi Cecília Van Deventer, uma atendente de passeios de safári em Lusaka, Zâmbia, que ficou doente no dia 2 de setembro e foi levada de avião para Joanesburgo. Aparentemente, ela infectou o paramédico que a acompanhava, Hannes Els, e Gladys Mthembu, uma enfermeira que a atendeu na clínica Morningside Medi-Clinic, em um subúrbio da cidade da África do Sul.A quarta vítima a falecer foi Maria Mokubung, que limpou o quarto onde Van Deventer morreu, no dia 14 de setembro. Segundo notícias da imprensa sul-africana, a última morte teve diagnóstico originalmente equivocado porque a vítima possuía tuberculose, meningite e sofria de hemorragia e confusão mental quando sua família procurou ajuda médica. A quinta vítima, uma enfermeira que cuidou de Els, estava em estado crítico, mas respondeu a um tratamento precoce com a droga retroviral Ribavirin.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Não façam prejulgamentos

Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco.Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
- Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!E o velho respondeu:
- Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira.
-O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho.

Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou.Ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.Novamente as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho, você tinha razão.Não era mesmo uma desgraça, e sim uma bênção.
E o velho disse:
- Vocês estão se precipitando de novo.
Quem pode dizer se é uma bênção ou não?Apenas digam que o cavalo está de volta...

O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens.Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:
- E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.E o velho disse:
-Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein?
-Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas.
-Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção...

Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho.
E os que foram para a guerra, morreram...

Quem é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a conclusões precipitadas.
Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa, quando uma porta se fecha, outra se abre...As vezes enxergamos apenas a desgraça, e não vemos a bênção que ela nos traz...

terça-feira, 28 de outubro de 2008

UM OLHAR SOBRE O MUNDO DAS TREVAS

....Partindo do pressuposto que um processo obsessivo se inicia quando um espírito (desencarnado) tenta impor a sua vontade sobre um espírito (encarnado), e sempre com o objetivo de prejudicar o ser encarnado, faz-se necessário que nós (espíritas) tenhamos um cuidado muito maior com as nossas
posturas diante da vida, pois estou cada vez mais convencido que não basta só que o desencarnado tenha a vontade de nos prejudicar é necessário que nós enquanto encarnados ofereçamos as brechas
para que os desencarnados possam agir sobre nós, sem essa oportunidade o espírito desencarnado nada poderá fazer sobre nós.
Essa reflexão deve ser levada ainda mais em conta nos casos dos médiuns, que em muitas vezes ainda não estão "preparados" para encarar os benefícios e as consequências da médiunidade e como cabe a nós médiuns sermos a ponte de ligação entre os dois mundos, é importante que busquemos uma aprimoração das faculdades medianimicas e um burilamento moral, dessa forma conseguiremos um melhor aproveitamento na atividade a que nos propomos a realizar.
Para mim está cada vez mais notório (apesar das minhas resistências) que os trabalhos médiunicos estão causando um alvoroço muito grande no plano espiritual, não só por causa da ajuda que é possível fornecer aos necessitados (sem esquecer dos médiuns primeiramente) mas principalmente por estar indo de frente com os ideais de muitos espíritos que ainda se encontram no estado de completa negação das ações divinas. E as ações para tentar fazer com que grupos médiunicos venham a derrocar está cada vez mais forte.
Os métodos utilizados pelos chamados "senhores das trevas" estão cada vez mais engenhosos e sútis as investidas nas desestruturações dos grupos está ocorrendo de forma a colocoar na mente dos mediuns questões que mechem diretamente com o orgulho e a vaidade das pessoas, tentando nos fazer pensar que não somos merecedores da médiunidade (ou de sermos guiados por espíritos que regem trabalhos e grupos nas casas espíritas), que somos loucos, que seremos julgados pelos próprios encarnados e que estes encarnados sempre estarão desconfiando de nossas atitudes no campo da médiunidade.
Enfim sabemos que tudo isso vem ocorrendo de forma cada vez maior, mas ai entra nosso questionamento, até a aonde estamos dando as brechas para que isso ocorra? até quando iremos permitir que nos façam de marionetes de suas vontades?
Uma coisa é certa, o maior homem que já pisou na terra também passou por enormes dificuldades mas nem por isso ele desistiu, e ainda por cima buscou enfrentar essas dificuldades para que nós tivessimos um exemplo a seguir.....

Trabalho, trabalho, trabalho essa é a única forma de conseguirmos vencer

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O amanha sempre vem

Hoje o dia amanheceu escuro
Não tive corragem de me levantar
Olhei pela janela do meu quarto
Veio a vontade de Chorar
O que será que está acontecendo comigo
Será que ja não tenho mais forças para lutar
Será que essa angustia vai me matar?
Ultimamente o novo tem me assustado
Mas como saber se é bom ou ruim
Se tenho até medo de esperimenta-lo
Foi quando pude perceber
Uma Luz entra por minha janela
Aquilo tocou o meu ser
Levantei para ver o que era
Vi que era você a me dizer
Levante e veja so que manhã bela
O sol nasceu de novo para ti
Será que irá valer a pena
Você dessistir da vida assim
Também passei por maus bocados
Apedrejado e colocado em uma cruz
Mas nem por isso eu dessistir
Saiba que estarei sempre ao seu lado


"O amanha virá, ele sempre vem
Mas hoje eu pude perceber que
só depende de mim fazer com que ele
me faça bem"

Conversando com Jesus

"... Existia um homem muito religioso que morava próximo a uma barragem.
certo dia uma acidente aconteceu e essa barragem veio a ceder, isso fez com
o povoado que esse homem morava fosse inundado com as águas.
Ao saber disso todos os moradores saíram de suas casas buscando salvar as suas vidas
Menos o Homem religioso que disse que não iria sair dali por que Deus iria lhe salvar
Passou um bote com o resgate e tentou lhe tira da casa e ele disse que não precisava
Porque Deus iria lhe salvar
Passou uma Lança para lhe salvar e ele novamente disse que não precisava porque Deus iria
lhe salvar.
Passou um helicoptero e ele novamente se negou a ir porque Deus iria lhe salvar.
Esse homem morreu e ao chegar ao céu foi diretamente a sala de Deus para lhe questionar
Porque ele não foi salvo já que ele tinha sido tão religioso na terra
E Deus lhe respondeu!!
Meu filho eu lhe dei todas as alternativas para que você se salvasse, mas nem assim você quis me ouvir..."
"Muitas vezes esperamos grandes feitos para que possamos perceber a presença divina próximo a nós e nessas muitas vezes nos esquecemos que Deus sempre fala conosco de forma sutiu"