Por: Lidiane Lopes
Buscamos sempre o
melhor em nós, fazemos sempre o melhor de nós, precisamos sempre desse melhor.
Mas pra que? Ser o melhor com que finalidade? Questionarmos ajuda a avaliar os
nossos atos, ajuda-nos a acordar e vem em direção o vento da nossa vida nos
leva.
Nascemos puros, sem maldades e
qualquer sentimento ruim, mas nos corrompemos. Só que não paramos para ver que
ao longo do nosso crescimento da busca de se tornar sempre melhor materialmente
com o objetivo do TER e não do SER, não prestamos atenção em nós como seres espirituais
que carregamos dentro de NÓS falhas e atributos. Será por que nos corrompemos?
Será porque que temos também a atitude de querer mudar e transformar essa falha
que a em nós?
Cercamo-nos de PESSOAS que nos
completam como família, amor, amigos e conhecidos, eles são os que nos protegem
de não nos ferirmos sentimentalmente. Cercamo-nos também de COISAS que nos
fazem bem momentaneamente para procurar preencher o vazio do não TER e com isso
abrimos o vazio do não SER. Depois nos questionamos pra onde foram tudo, todos
e as COISAS boas, é quando começamos a não nos sentir completos, perdidos e as
coisas ruins nos invade. A BUSCA do procurar SER começa, percebemos que estamos
dominados pelo TER, até o momento que isso nos faz acordar e ver chegou à hora
de SER melhor de verdade, sermos melhoras por dentro a moral, o sentimento, as
ações, os atributos, mudando as falhas enxergando que o TER só serviu de
aprendizado e alerta para uma vida melhor.
Então busca de novo o nosso
melhor, mas dessa vez ele virá com experiência, conhecimento e vontade de
melhorar, sabemos que nosso melhor precisa SER mais humano, mais espírito, mais
conosco mesmo e mais com o outro, o outro que lhe protege, lhe ensina e lhe
motiva a ser alguém. Sabemos que nossa finalidade agora é BUSCARMOS sempre,
sempre o que nos ajuda a evoluir a sermos ALGUÉM e não sermos COISA que tem.
Agora o que faço de mim e da minha morada (corpo físico)?
Morada
Faço de mim
Casa de sentimentos bons
Onde a má fé não faz morada
E a maldade não se cria
Casa de sentimentos bons
Onde a má fé não faz morada
E a maldade não se cria
Me cerco de boas intenções
E amigos de nobres corações
Que sopram e abrem portões
Com chave que não se copia
E amigos de nobres corações
Que sopram e abrem portões
Com chave que não se copia
Observo a mim mesmo em silêncio
Porque é nele onde mais e melhor se diz
Me ensino a ser mais tolerante, não julgar ninguém
E com isso ser mais feliz
Porque é nele onde mais e melhor se diz
Me ensino a ser mais tolerante, não julgar ninguém
E com isso ser mais feliz
Sendo aquele que sempre traz amor
Sendo aquele que sempre traz sorrisos
E permanecendo tranquilo aonde for
Paciente, confiante, intuitivo
Sendo aquele que sempre traz sorrisos
E permanecendo tranquilo aonde for
Paciente, confiante, intuitivo
Faço de mim
Parte do segredo do universo
Junto a todas as outras coisas as quais
Admiro e converso
Parte do segredo do universo
Junto a todas as outras coisas as quais
Admiro e converso
Preencho meu peito com luz
Alimento o corpo e a alma
Percebo que no não-possuir
Encontram-se a paz e a calma
Alimento o corpo e a alma
Percebo que no não-possuir
Encontram-se a paz e a calma
E sigo por aí viajante
Habitante de um lar sem muros
O passado eu deixei nesse instante
E com ele meus planos futuros
Pra seguir
Habitante de um lar sem muros
O passado eu deixei nesse instante
E com ele meus planos futuros
Pra seguir
Sendo aquele que sempre traz amor
Sendo aquele que sempre traz sorrisos
E permanecendo tranquilo aonde for
Paciente, confiante, intuitivo.
Sendo aquele que sempre traz sorrisos
E permanecendo tranquilo aonde for
Paciente, confiante, intuitivo.





