Temos
momentos pra tudo na vida, mas em nenhum momento deixamos de pensar. Pensar se
resume em organizar idéias, questioná-las e solucioná-las. Mas o que seria o
pensar pra você?
Sabemos que o existe dentro de
nós, os nossos pensamentos turbulentos, que são problemas, existem também nosso
pensamento de raciocino lógico, que são saídas e por fim existem nossas
memórias, que são lembranças de momentos e emoções boas ou ruins.
O
mau pensamento nos estaciona, por isso queremos sempre no tal “pensamento
positivo”, ele é o motivador das nossas ações cabíveis e julgáveis por nós em
cada situação da vida.
Atravessamos a
fronteira do pensar e nos deparamos sempre com a pergunta: Para onde direcionar
o meu pensamento?
Pensamos logo nos problemas, e
acaba que pensamos em não pensá-los, mas precisamos saber pensar. O CEREBRO +
NEURONIOS = PENSAMENTOS, força mais poderosa que rege corpo físico e
espiritual.
Precisamos entender que pensar
é viajar, refletir, imaginar, transmitir energia, conversar com seu interior,
respirar pra dentro, confiar em SI. A força do pensamento funciona assim, então
a depender do que pensamos podemos senti-se bem ou mal e espalhar o bem ou o
mal.
O nosso corpo físico só
funciona bem quando ele joga tudo que prejudica ele internamente pra fora,
nosso corpo espiritual só funciona bem quando joga tudo de bom que em nós pra
fora de nós com a finalidade de nos mostrarmos seres sociáveis. Já que tudo
isso sai de nós a idéia é equilibrar esses PENSAMENTOS baseado nos dois corpos
e saber que cada um vai receber de volta tudo aquilo que jogará. O corpo físico
vai voltar ao ciclo de receber e jogar de volta tudo que o prejudica até
adaptarmos ele a melhora, nosso corpo espiritual vai se melhorando cada vez
mais por que recebe de volta tudo que joga pra fora de bondade e amor. Nessa
linha de dar e receber catalogaremos o que é viável para nós a cada momento e
assim nos fará pensarmos cada vez melhor.
“O
seu hoje representa as ações antes realizadas e o seu amanhã defluirá das suas
atividades hoje desenvolvidas”. (Joanna de Ângelis – Divaldo Franco)
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